Jato-mosquito

Categoria de espaçonaves terranas, tipo caça espacial, aperfeiçoado. Chamado também simplesmente de mosquito.

Generalidades e Dados Técnicos


São veículos espaciais de dois lugares, com formato de torpedo, para voo tanto no espaço cósmico como no interior de atmosferas planetárias. Para isso conta com asas em delta e grandes aletas laterais. Durante um voo na atmosfera podia-se recorrer ao dispositivo hidráulico dos lemes aerodinâmicos. Este sistema, só por si, já era uma verdadeira maravilha técnica. Os aparelhos tinham 26 m de comprimento, e 4 m de diâmetro na proa por três na popa. Tripulados por um piloto e um navegador, que trabalha com o rádio, os rastreadores, e serve como engenheiro de bordo e pau para todas as obras. Para o piloto havia um assento hidropneumático. Com o chamado manche de impulsos, era-lhe permitido o controle das funções dos jatos direcionais e do sistema de propulsão sem manipulações complicadas. Foram as primeiras naves de pequeníssimo porte incluídas no programa de construção da frota terrana nas quais fora possível instalar um sistema de propulsão ultraluz. A ideia desse tipo de construção era bastante antiga, mas até então não tinha sido possível fabricar uma versão compacta dos conversores de compensação kalupianos. Mas desde que se tornou possível introduzir no corpo esguio da nave-mosquito, além dos propulsores normais, um conversor kalupiano, resolveu-se ao mesmo tempo o problema do suprimento de energia em espaço extremamente reduzido. Com os novos kalups, o raio de ação dos mosquitos chegava à cerca de 100 mil anos-luz. Isto era cerca de dez vezes mais do que um girino antigo podia oferecer. Os mosquitos eram verdadeiros propulsores e estações geradoras ambulantes, com uma série perturbadora de controles. Eram aparelhos altamente complicados. Se não fossem os controles automáticos de primeira ordem, nem mesmo dez homens altamente qualificados seriam capazes de pilotá-los. À primeira vista poderia parecer que os construtores desses aparelhos só se tinham lembrado no último instante de que estes também precisavam abrigar dois tripulantes. O armamento consiste, além do canhão térmico, também num canhão transformador de pequeno calibre rigidamente montado, capaz de disparar projéteis de 20 gigatons. Isto representava um perigo grave até mesmo para um supercouraçado. Um ataque maciço de mosquitos representaria a perda irremediável de uma nave da classe Império. Estavam equipados com os chamados campos de supercarga, ou abreviadamente os sucas. São campos defensivos verdes altamente energizados que atuam no semi-espaço. Eram versões bastante aperfeiçoadas dos campos energéticos verdes das naves maahks, mas eram mais estáveis. Isto só se tornou possível com as informações fornecidas por Grek-1.

História


No ano 2404, passaram a ser construídos nos estaleiros lunares. Os jatos-mosquitos foram introduzidos durante a guerra contra os senhores da galáxia.

O sucessor do jato-mosquito é o jato-relâmpago.


 

Créditos: 
  • Capa da edição alemã: Copyright © VPM – Pabel Moewig Verlag KG, Alemanha.

Fontes


  • Pf250, Pf258, Pf270, Pf277, Pf298, Pf321, Pf332, Pf350, Pf493.
  • Glossário: P674/675.
Seção do Site: