Crest II

Espaçonave terrana do tipo supercouraçado classe Império e nave capitânia da Frota Solar. Recebeu esse nome em homenagem ao cientista arcônida Crest.

Detalhes Técnicos


Era um gigante esférico com 1.500 m de diâmetro. Possuía 24 andares principais e aproximadamente 30 elevadores antigravitacionais, 11 trens de pouso, com apoios telescópicos, com pratos de apoio basculantes. Estava equipada com um sistema de propulsão linear e com os propulsores mais avançados que a ciência terrana tinha criado, além dos armamentos mais terríveis. Os jatos-propulsores dispunham de seu próprio suprimento de energia. Sua capacidade de aceleração chegava a 620 km/seg². Os campos energéticos do campo de reação e dos jatos-propulsores necessários ao bom funcionamento do conjunto eram fornecidos pelos conversores sincronizados de alta potência integrados no sistema de propulsão. A instalação já dera prova de sua eficácia em inúmeras batalhas. Os canhões polares superiores, que eram os canhões desintegradores mais pesados que a frota possuía, também possuíam seu próprio suprimento de energia.

Centro de comando de tiro: Era formado por um console inclinado em forma de ferradura. Este console era chamado de piano de fogo, uma expressão que fora criada há séculos nas naves de guerra terranas.

Sala de rádio: Era uma instalação que previa a atuação constante de 20 pessoas.

Hospital: Ficava na parte central da nave.

Convés do Chefe: Era chamado assim porque nele ficavam os camarotes particulares de Perry Rhodan e de seus colaboradores mais chegados. Era o único convés que não ocupava todo o plano da nave, pois só se estendia a uma área limitada junto ao centro da mesma. Ficava a meio caminho entre o convés de comando e o convés A, e só alguns dos elevadores possuíam saída para este convés.

Centro de computação positrônica: Visto de perto, o grande cérebro positrônico era um verdadeiro monstro. Tinha dois andares, mas a altura dos mesmos equivalia aproximadamente à de um edifício de seis andares. Além disso, a estrutura perdia-se na amplidão do centro principal. Normalmente só se ouvia um zumbido ligeiro no interior da sala. Quando solicitada ao máximo, a máquina podia emitir um rugido, embora o cérebro propriamente dito fosse surdo. Os ruídos eram provocados pelos inúmeros conjuntos energéticos.

Armamento: Canhões conversores de grosso calibre, canhões energéticos e desintegradores.

Naves Auxiliares


Veículos embarcados: Girinos; entre eles as seguintes naves auxiliares: C-5, C-11, C-12, C-17, CSJ 101, GA-114/Lucky Lady, KC-10.

Tripulação


Dois mil homens e mulheres e alguns extraterrenos. Eram a elite astronáutica da Humanidade. O comandante era o coronel Cart Rudo.

Tripulantes identificados: Brent Huise, Jury Sedenko, Enrico Notami, dr. Spencer Holfing, dr. Hong Kao, Don Redhorse.

História


No ano 2400, era uma das unidades mais avançadas da frota terrana. Com essa nave, Perry Rhodan percorreu os caminhos dos transmissores solares na rota para Andrômeda. Em dezembro daquele ano, foi atingida pelo condensador potencial, ficando reduzida para uma esfera com 1,5 m de diâmetro, sendo carregada nas costas de Tolot. No ano 2404, depois que retornou de Andrômeda, tinha praticamente se transformado em sucata. Por isso foi substituída pela nova Crest III.


 

Créditos: 

Fontes


  • PR200, PR201, PR202, PR203, PR205, PR206, PR207, PR208, PR209, PR211, PR213, PR216, PR217, PR220, PR230, PR231, PR232-PR236, PR238-PR249.
  • Seção Glossário da edição digital da SSPG: volumes especificados no campo Glossários Veiculados.
  • Internet: Informações extraídas em parte do site Perrypedia (www.perrypedia.proc.org). This article uses material from the Perrypedia article “CREST II”, which is released under the GNU Free Documentation License 1.2. Informações extraídas em parte do site Perry Rhodan und Atlan Materiequelle (www.pr-materiequelle.de). Informações extraídas em parte do site Crest-Datei (www.crest-datei.de).
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